17 e 18/10/2019

Porto Alegre – RS

 

Objetivos deste Curso

Objetiva capacitar tanto os profissionais técnicos que avaliam as soluções de engenharia, para melhor contratar e exigir dos empreiteiros, quanto profissionais administrativos, para conduzirem rotinas customizadas de gerenciamento e fiscalização de obras.


Público Alvo

Gestores públicos que atuam direta ou indiretamente com a gestão de contratos de obras ou de serviços de engenharia, dirigentes, engenheiros, arquitetos, profissionais que atuam na área de orçamentos e de elaboração de propostas, assessores jurídicos, advogados, administradores, economistas; auditores; membros de comissões de licitação; pregoeiros; equipes de apoio e demais agentes públicos envolvidos direta ou indiretamente nos procedimentos de licitação e contratos de obras e serviços de engenharia.


Carga horária e datas de realização

A carga horária deste Curso é de 20h (vinte horas), a ser ministrado nos dias 17 e 18 de outubro de 2019.

Inscrições prévias em www.ingep.com.br ou tire suas dúvidas através do e-mail ingep@ingep.com.br ou pelo telefone 51 3331-0000.


Local

Porto Alegre – Rs.

Local: Rua Mariante, 959, Bairro Rio Branco, Porto Alegre/RS.

O Ingep poderá alterar o local de realização do evento em casos de impossibilidade de realização no local indicado, informando sobre o novo local com antecedência e preservando-se a mesma localidade, qualidade infraestrutura.

Se você se desloca de outra cidade ou Estado, certifique-se de que o evento tem quórum e está confirmado antes de realizar quaisquer pagamentos relativos à hospedagem e outros do gênero para a sua participação.


Conteúdo Programático

a) Introdução
Conceito e Propriedades do Orçamento de Obras;
Quais os aspectos da Lei nº 8.666/93 que estão relacionados com orçamentação?
Como os Regimes de Execução previstos na Lei 8.666/93 (preço global, preço unitário, empreitada integral e tarefa) se relacionam com o orçamento da obra pública?

b) Orçamentos Sintético e Analítico
Orçamento Sintético e Plano de Contas
Orçamento Analítico
Composições de Custo Unitário
Métodos de orçamentação (correlação, produção de equipes, custeio por permanência, apropriações de custos, utilização de sistemas referenciais).
Apropriações de Custo e Aferições de Composições de Custo Unitário
Conteúdo de Um Orçamento de Obra Pública

c) Cálculo dos Quantitativos de Serviços
Levantamento de Quantitativos de Serviços
Critérios de Medição e Pagamento
A influência do Critério de Medição nas Composições de Custo Unitário
Estimativa dos quantitativos de Serviços de Terraplanagem

d) Relação entre Orçamento e Planejamento de Obras
Conversão de Composições de Custos Unitárias em Composições de Custos com Produção Horária
A Importância das Composições de Custo Unitário para o Planejamento da Obra
O Impacto do Prazo de Execução no Custo da Obra

e) Mão de Obra e Encargos Sociais
Fontes Referenciais para Obtenção de Salários
Produtividade da Mão de Obra
Causas para a diminuição da produtividade da mão de obra
Estimativa da produtividade da mão de obra no orçamento de obras
Encargos Sociais para mão de obra horista.
Encargos Sociais para mão de obra mensalista.
Conversão dos salários de mensalistas para horistas.
As categorias profissionais (topógrafo, motorista, operador, desenhista, feitor, encarregado, nivelador) são consideradas mensalistas ou horistas?
Encargos Sociais de sentido estrito e Encargos Sociais de sentido amplo.
Tópicos Especiais sobre Encargos Sociais.
Cooperativas de Trabalho e Contratos de Trabalho com Prazos Determinados.
– Adicionais de Periculosidade e Insalubridade
– Horas Extras, Adicional Noturno e Obras Executadas em Vários Turnos
– Contratação de Pessoas Jurídicas
– Encargos Adicionais sobre a Mão de Obra

f) Materiais de Construção, Mobilização e Desmobilização, Implantação do Canteiro de Obras e Administração Local
Materiais de Construção
Coeficientes de Consumo
Preços Unitários dos Materiais
Impostos a serem agregados aos custos dos materiais (diferença de ICMS, IPI, perdas, cargas, embalagens, percentuais estimativos para frete).
Custos com internalização de materiais importados.
Como os preços podem ser fracionados em função da programação de entrega (CIF, FOB e outros)?
Cotação de preços: Definição de critérios de obtenção dos custos de materiais: Menor preço (cotação no mercado ou custos de materiais objeto de pregão), Média Aritmética, Mediana, Moda.
Produtividade Variável para Materiais
Mobilização e Desmobilização
Instalação do Canteiro de Obras
Administração Local e Manutenção/Operação do Canteiro de Obras
– Salários da Mão de Obra Indireta
– Alimentação dos Empregados
– Transporte dos Empregados
– Custo Com Veículos Leves e Outras Viaturas
– Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva
– Ferramentas Manuais

g) Custo Horário dos Equipamentos
Custos Operativos e Improdutivos
Metodologia de cálculo dos custos horários produtivos e improdutivos utilizados pelo Sicro e pelo Sinapi.
Custos horários para equipamentos de pequeno porte.
Custos horários para equipamentos especiais.
Custos horários para equipamentos de terraplanagem e pavimentação.
Produção das Equipes Mecânicas e Rendimento dos Equipamentos
Detalhamento dos Custos Operativos e Improdutivos
– Depreciação
– Custo de Oportunidade
– Seguros e Impostos
– Custos de Manutenção
– Custos de Operação
Custo de Transportes (tipos, equação e formas de cálculo)
Orçamentação considerando locação ou uso de equipamentos próprios.

h) BDI
Distinção entre custos diretos, custos indiretos e despesas
Exigência de Detalhamento do BDI
Parcelas que Compõem o BDI
– Despesas Financeiras
– Administração Central
– Impostos
– Seguros e Garantia
– Riscos (Incertezas e Contingências)
– Lucro
Fórmula de Cálculo do BDI
BDI Diferenciado para Aquisição de Equipamentos
Obtenção de um BDI de referência
Acórdão 2.369/2011 – Faixa referencial de BDI para obras hídricas “Redes adutoras e Estações elevatórias e de tratamento” e “Saneamento Básico” em função do valor global da licitação e a nova fórmula de BDI (retirando lucro do denominador).

i) Roteiro para Elaboração de um Orçamento
Roteiro para Elaboração de um Orçamento
Formas de Racionalizar a Elaboração do Orçamento
Utilização de softwares de orçamentação

j) Análise e Revisão de Orçamentos
Erros mais comuns na elaboração de um orçamento
Diferença entre Sobrepreço e Superfaturamento
Curva ABC de Serviços

– Roteiro Passo a Passo para Elaborar uma Curva ABC de Serviços
– Seleção e Tamanho da Amostra
– Seleção dos Custos Referenciais
– Ajustes nas Composições Referenciais de Preços
O que Fazer Quando não são Encontrados Preços Referenciais para Alguns Serviços?
Curva ABC de Insumos

k) Utilização de Sistemas Referenciais de Preços e do Sinapi
Disposições legais vigentes sobre os preços de obras executadas com recursos federais (Ênfase no Decreto 7.983/2013).
Como utilizar tabelas referenciais de custos.
Principais Sistemas Referenciais de Preços
Outras Fontes de Referência de Preços
Histórico do Sinapi
Como o Sinapi Funciona?
Tipos de Relatórios Gerados pelo Sinapi
Versões do Sinapi
Geração de Relatórios Sinapi Passo a Passo
Problemas e Limitações do Sinapi
Divergência Entre os Custos Reais e os Constantes do Sinapi.
– Efeitos cotação
– Efeito escala
– Efeito barganha
Encargos sociais no Sinapi
Exemplos de adaptações nas composições referenciais do Sinapi
Elaboração de um Orçamento Utilizando o Sinapi.

l) Tópicos Especiais sobre Preços Referenciais.
Utilização dos Custos Efetivamente Incorridos pelo Contratado
Utilização de Cotações de Preços
Cuidados com as cotações de preços.
Utilização da Média de Preços Ofertados Pelas Licitantes Habilitadas
Preços Obtidos em Editais ou Contratos de Obras Semelhantes


Instrutor Especialista – Mini Currículo

DARLAN IRIBARREM  – Engenharia em Gerenciamento e Logística de Obras, com experiência de 28 anos de atuação em Planejamento Estratégico e Operacional de Negócios, Viabilidade e Montagem de Incorporação Imobiliária, Construção e Gerenciamento Executivo de Obras, Gestão Preventiva, Aumento de Eficiência, Desempenho de Produção, Sistemas Construtivos, Inteligência de Canteiro, Logística de Abastecimento, Formação de Equipes e Gestão de Custos, diretor do GERENCIADOR – GESTÃO DE INVESTIMENTOS (www.gerenciador.com.br) empresa especializada em Planejamento e Gestão de empreendimentos.

Desde 2005, tem seu trabalho de assessoria a programas habitacionais denominados “Autoconstrução gerenciada” como parte do Catálogo Nacional das Experiências em Habitação de Interesse Social do Ministério das Cidades com a empresa DARLAN IRIBARREM & CIA LTDA.

Desde 2001, gerencia empreendimentos de Habitação popular, assessorando empresas de construção civil e prefeituras municipais na melhor gestão de canteiros, sistemas construtivos e relação de investimentos com a Caixa Econômica Federal, tendo participado do gerenciamento de aproximadamente 100.000 m² de habitações pelo Programa PAR e FNHIS.

Técnico em Edificações, desde 1983 executa obras e gerencia atividades de construção civil, assessorando, fiscalizando, gerenciando e executando projetos no Brasil e Uruguai.

Atuou até julho/2011 na Goldsztein Cyrela, como Coordenador da Living Sul, empresa do segmento econômico do Grupo Cyrela onde coordenou a Execução e montagem da Fábrica de Lajes pré moldadas em Canteiro, Implantação do sistema Empreiteiro Interno para Gestão de Mão-de-obra Própria, Planejamento, controle e coordenação logística de equipamentos em canteiro padronizada por tipologias, Criação e Controle da Gestão por Ciclos de atividades – prática diferenciada – auditoria certificação ISO 9001:2008 de 12/2011.


Investimento:

Valor para 01 inscrição: R$ 1.990,00 (um mil novecentos e noventa reais).

Incluso no curso:

  • Material didático encadernado.
  • Certificado de participação do curso respectivo, desde que 75% de participação mínima.
  • Coffee breaks

Pagamento:

O pagamento será realizado mediante crédito em conta corrente do Ingep, em até 5 dias de data de realização do curso, mediante faturamento.




9. Inscrição

Para garantir sua participação, você deve enviar um e-mail de inscrição para ingep@ingep.com.br, informando os seguintes dados:

Nome do Curso/Seminário – Data e local de realização – Nome de sua Instituição – Área/setor – Nome completo do(s) participantes – E-mail e telefone de contato ou preencha o formulário em nosso site, na aba inscrições do curso respectivo.

Após realizar sua pré-inscrição, aguarde um e-mail de confirmação do evento com todas as orientações complementares.

Se você necessitar de documentação qualquer para oficializar seu pedido de participação e aprovação, internamento, basta solicitar à nossa Administração. ingep@ingep.com.br  ou telefone 51 3331.0000

Curso
Responsável Pela Inscrição

Participante